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Mostrando postagens de Dezembro, 2016

"Je Vous Salue Marie" - filme de Jean-Luc Godard.

O saber escasso
Pouco sabem as flores que de novo
ressurgem neste campo: não percebem
que alguém de longa e loura cabeleira
já não passeia pela verde alfombra,...
e que entre as mãos que agora vão colhê-las
estão ausentes duas muito pálidas.
Ignorantes, porém, mais do que as flores,
nós o somos: jamais compreenderemos
porque esse deus eternamente oculto
ressuscita defuntas primaveras,
mas não desperta a moça que hoje dorme
na planície sem cor da deslembrança.
.
- Thiago de Mello, em "Narciso cego", 1952 

Nos Jardins do Éden

Feeling naughty

NOVAS POSSIBLIDADES, VOCÊ ESTÁ PRONTA?

SOBRE A SEXUALIDADE

JE VEUX - LIVE

SHIBARI CORDAS QUE LIBERTAM

Sempre haverá espaço para o amor

Mude

Mude o modo que você olha para as coisas, e as coisas que você olha mudarão
"Wayne Dyer"

EM MEIO A NOVAS OPORTUNIDADES

NATURALMENTE

Pelos caminhos em MiraFlores pode-se ver cenas aprazíveis como um delicioso sexo oral, sem que os praticantes sintam-se constrangidos, em seus atos libidinosos e há a possiblidade de se juntar a eles se o desejo bater a sua porta...!!

EVIDÊNCIAS

O FRESCOR DE TUAS FENDAS

DON'T BE SHY

SEXUALIDADE EM SUA VIDA

PRINCÍPIOS DE PRAZER

Graças à revolta contra o princípio de rendimento em nome do princípio de prazer, as perversões mostram uma afinidade profunda com a imaginação. (...) Contra uma sociedade que utiliza a sexualidade como um meio para realizar um fim socialmente útil, as perversões mantêm a sexualidade como um fim em si: elas se colocam fora do reino do princípio de rendimento e colocam sua base em questão.

O TEMPO LIVRE

o princípio de realidade repressivo torna-se supérfluo à medida que a civilização se aproxima de um estágio em que a eliminação de um modo de vida que força a repressão das pulsões se tornou uma possibilidade histórica realizável. As conquistas do progresso repressivo anunciam a superação do próprio princípio do progresso repressivo. Pode-se prever uma situação em que não exista produtividade, simultaneamente resultado e condição da renúncia, em que não exista trabalho
alienado [...]. O tempo gasto no trabalho alienado não seria mais o tempo da vida, nem o tempo livre dado ao indivíduo para satisfazer as próprias necessidades seria um mero resto de tempo; ao contrário, o tempo de trabalho alienado seria não apenas reduzido ao mínimo, mas desapareceria completamente, e o tempo da vida seria o tempo livre (MARCUSE, 2004, p. 116).

ENGAJARMOS É PRECISO

Antes de se criticar o discurso utópico, em virtude da impossibilidade de sua realização; antes mesmo de nos engajarmos numa apologia estéril desse mesmo discurso, devemos, sobretudo, procurar questionar
nesses discursos aquilo que eles podem nos oferecer. E eles nos ensinam muito sobre nossa natureza, sobre nossos desejos e aspirações e seus limites e contradições (MONZANI, 2008, p. 239).

EM MIRAFLORES

QUANDO O VERÃO CHEGAR

DEZEMBRO SEGUE ACELERADO

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