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Mostrando postagens de Junho, 2016

WHO COULD HAVED ?

MIRAFLORES UMA COMUNIDADE DEVOTA DO POLIAMOR

Encravada em meio as montanhas ricas em minérios edifica-se no coração do Brasil uma comunidade que acolheu o poliamor como estilo de vida. O níquel e os frutos desta riqueza fizeram do povoado de traíras o lugar ideal para acolher Miraflores um rancho onde amar e ser amado independe da hora e do local e de quantos praticam. A essência é que dentro de Miraflores se pode sentir o pulsar do orgasmo sem culpa.

A não aceitação das diferenças faz do mundo um lugar horrível

Nem todo preconceito gera uma discriminação. Mas toda discriminação parte de um preconceito. É necessário que estudemos os nossos preconceitos a fim de que eles não se transformem em discriminação. Pois, tudo o que o inferno significa está contido na palavra “discriminação” porque dela flui: a xenofobia, homofobia e todas as outras palavras usadas para conceituar o comportamento do indivíduo que não aceita as diferenças. Não aceita ao ponto de odiar aqueles a quem ele julga “diferentes”. A discriminação quando não autocriticada pode desencadear fobias. Segundo o pesquisador Paul Errara, a palavra fobia é derivada da palavra grega para terror ou estrangulamento. Phobos era um deus grego que causava pânico e medo entre os inimigos daqueles que o adoravam. Nos últimos dias assistimos a notícia de um massacre numa boate gay em Orlando. O atirador homofóbico matou 50 pessoas e 53 ficaram feridas. Se ainda não sabemos lidar com as diferenças integrais, como saberemos lidar a ‘polissexuali…

ESCOLA PARA DAMAS

deeptest sexual penetration is of the mind.....!

SHIBARI

Mais do que imobilizar, é saber subjulgar e desatar o nó certo na hora certa...!
*É a arte de inspiração japonesa de amarrar um assunto,* * não só para imobilizá-los, * *mas fazê-lo de forma elegante e bem * *- a criação de uma experiência íntima e erótica, * *tanto para o sujeito e a pessoa subordinação.*

QUEM NOS POSSUE DE FATO?

Que delicias se escondem no prazer desta imagem, quais reações químicas se combinam em um momento como este, são perguntas que só a vivência pode nos dar, pois nunca são emoções que podem ser repetidas impunemente.

Memórias da sobrinha de minha tia II

Em Memórias da sobrinha de minha tia, percebe-se que Eduardo meu tio por consideração alimentava os desejos de minha tia levando-a a experimentar e vivenciar diferentes práticas sexuais ao longo do seu relacionamento com ela, Ceiça a menina que eles receberam para educar só o conheceu sexualmente bem depois de ter sido literalmente ensinada e introduzida na arte amorosa por minha tia. Claro que percebe-se algo de bizarro no comportamento deles com Ceiça que já não tinha pudores aparentes quando foi deflorada por Eduardo e ainda suspeito que minha tia a tenha possuído inúmeras vezes na presença dele que só copulou com Ceiça na noite de 13 de junho daquele ano. Muito embora eu acredite que minha tia não fez nada que não tenha sido apenas tirar as vendas dos olhos de Ceiça que á no altar no dia de seu casamento tinha uma boa porção de porra de Eduardo entre os lábios de sua xoxota ainda a revelar que teria sido possuída horas antes de ser entregue a seu futuro esposo.

MEMÓRIAS DA SOBRINHA DE MINHA TIA I

 Ceiça viveu grande parte de sua vida sexual ao lado de minha tia, suponho que fora ela quem verdadeiramente construiu a Ceiça que hoje conhecemos, mas aos catorze anos aquela menina mal poderia imaginar os caminhos que sua sexualidade iriam seguir. Minha tia uma mulher madura na casa dos cinquenta anos recebera Ceiça no seio de sua família, tendo filhas também na mesma idade ou até um pouco mais velhas, a pedido de Eduardo, seu marido um homem com um olhar extremamente sensível para minha tia, uma mulher de aparência austera, corpo esguio mas já em seu segundo casamento e hoje lendo as memórias da sobrinha de minha tia, vejo que ela se permitia ao lado de Eduardo uma vida sexual avassaladora aberta a possibilidades as mais bizarras possíveis. Nada mais interessante do que a saudade que Ceiça relatou dos banhos que milha tia lhe dava, muitas vezes seguidos de um gozo ainda miúdo mas já sendo preparada para novas descobertas. Ceiça menina nascida na zona rural, criada em meio ao conserva…